Terça-feira, 3 de Junho de 2008
Direito à opinião

E eu que pensava que vivíamos num estado de direito, e que tinha o direito de me pronunciar sempre que o entendesse. Pois é! Mas desenganem-se meus amigos!

 

Ontem, numa aula de uma disciplina de 5º ano do Instituto Superior Técnico, de forma legítima e cordial, depois de pedir a palavra, mostrei o meu desagrado sobre a forma desadequada de avaliação escolhida pelo docente  e  referi a  sua preferência (óbvia!) sobre certos alunos, relativamente a notas e atitudes, e consequente discriminação dos outros(opinião partilhada pela maioria!).

 

Para além de me dizer que não me tinha pedido a opinião, disse-me que a ingenuidade não  seria apenas emitir convictamente uma opinião, mas sim  essa mesma opinião estar baseada numa falsa sustentabilidade.

 

E deixou-me confuso. Fiquei a pensar qual seria a falsa sustentabilidade! Se a minha ou a dele?

 

Neste sentido concluí que o certo era ter ficado calado, porque não se conseguiria partilhar opiniões contrutivas. É inegável que a ignorância faz com que as pessoas se fechem segundo as suas próprias convicções, fazendo com que seja uma impossibilidade esse tal crescimento ou desenvolvimento pessoal...sustentado!

 

Não é possível com uma arrogância deste tipo.

 

 

- Muito bem! Muito bem! Muito bem meu Capitão! - grita o Pirata de vigia, no topo do mastro!

 

( Aqui ninguém tem opinião. Todos se regem pelas minhas. Azares da vida!)



publicado por Pira-te daqui! às 13:23
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